Moro quer romper polarização entre Lula e Bolsonaro e criar programa comum com partidos de centro

Moro quer romper polarização entre Lula e Bolsonaro e criar programa comum com partidos de centro

O pré-candidato do Podemos à Presidência da República, Sérgio Moro, voltou a defender o rompimento da polarização entre Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT) nas eleições de 2022 e salienta a fuga dessas duas alternativas de governo seria a solução para a retomada do crescimento econômico no país. Ele pontuou que tanto o petismo quanto o bolsonarismo se afastam da bandeira do combate à corrupção e que vem conversando com partidos de centro para a realização de um programa conjunto.

“Não há crescimento sem combate à corrupção”, disse Sérgio Moro, em entrevista à Rádio A Tarde, na manhã desta segunda-feira (17). Ele enfatizou que o petismo se estabeleceu sobre uma forma corrupta de gestão e que o governo do presidente Jair Bolsonaro interrompeu o combate à corrupção que, como enfatizou, foi o motivo para que ele assumisse o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública. “Precisamos escapar desse ciclo. Se não voltarmos a crescer de maneira contínua, a gente não tem emprego, a gente não tem progresso”, disse Moro.

O ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, disse que, no intento de se viabilizar como alternativa ao petismo e ao bolsonarismo, vem conversando com membros do União Brasil, do Novo, do Cidadania e também do PSDB, mas salientou ser muito cedo para cravar alianças para as eleições. “Precisamos pegar os partidos com perfil de centro e construir um programa conjunto porque o grande desafio desse ano vai ser vencer as propostas dos dois extremos”, salientou o ex-ministro e ex-juiz federal Sérgio Moro.

Sérgio Moro voltou a dizer que são mentirosas as versões de que ele seria candidato ao Senado. O presidenciável comentou que essas informações partem de quem tem medo de vê-lo disputar o Palácio do Planalto em outubro. “Tem muita gente com medo da pré-candidatura”, disse o ex-juiz federal, na entrevista concedida à Rádio A Tarde.

Fonte: Politica Livre

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