Brasil

Deputadas debatem violência contra a mulher nas eleições deste ano

A Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados reúne-se nesta sexta-feira (18) para discutir a violência contra mulheres nas eleições deste ano. As deputadas lembram que o novo coronavírus impactou o calendário eleitoral e acreditam que impactará também as candidaturas de mulheres.

O debate será realizado em parceria com a ONU Mulheres a partir das 15 horas.

A discussão poderá ser acompanhada pelo portal e-Democracia.

Foram convidadas para o debate:
– a representante da ONU Mulheres Ana Claudia Pereira;
– a coordenadora-geral do Fórum Nacional de Mulheres de Instâncias de Partidos Políticos, Miguelina Vecchio;
– a antropóloga e liderança indígena Iza Tapuia;
– a – a representante do movimento Mulheres Negras Decidem Ana Carolina Lourenço; e
– a professora da Universidade Federal da Bahia Teresa Sachet.

Economia e representação política
Esse é o segundo encontro da série “Propostas para Incluir Mulheres na Resposta à Crise da Covid-19”. Desta vez, a mediadora será a deputada Tereza Nelma (PSDB-AL).

O primeiro discutiu políticas macroeconômicas para proteger o emprego e a renda de mulheres. Especialistas ouvidos pelas deputadas pediram atenção às mulheres na reforma tributária e sugeriram políticas que garantam creches públicas e direitos específicos a gestantes e lactantes na pandemia.

No segundo debate, entidades ligadas às causas femininas denunciaram o risco de aumento da sub-representação das mulheres nas prefeituras e Câmaras de Vereadores devido ao impacto da pandemia de Covid-19 nas eleições municipais deste ano.

A secretaria
Criada por resolução em 2013, a Secretaria da Mulher uniu a Procuradoria da Mulher, implementada em 2009, e a Coordenadoria dos Direitos da Mulher, que representa a bancada feminina.

A medida trouxe mecanismos importantes para a representação feminina no Parlamento, como a presença da coordenadora dos Direitos da Mulher – cargo ocupado atualmente pela deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO) – nas reuniões do Colégio de Líderes, com direito a voz, voto e a fazer uso do horário de liderança nas sessões plenárias.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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